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ASASTEL - NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E PREVENÇÃO DE RISCOS

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE SARAMPO?

Muitos Associados têm procurado a ASASTEL em busca de informações sobre a necessidade de vacinação contra o Sarampo e sobre eventual realização de campanha.

Para atender esses questionamentos e melhor esclarecê-los, consultamos a Vaccini, empresa médica que tem sido parceira da Associação na realização de campanhas, sendo informado o que segue abaixo.

Erradicado no país, o Sarampo está de volta. Em 2019, já foram confirmados centenas de casos da doença, de acordo com o último informe do Ministério da Saúde.

O Sarampo é uma doença infecciosa viral, grave, transmissível e extremamente contagiosa. É transmitido diretamente de pessoa a pessoa, por meio das secreções eliminadas pela tosse, espirros, fala ou respiração.

A forma eficaz de proteção contra o Sarampo é a vacinação. A vacina indicada é a Tríplice Viral composta de vírus vivos atenuados e que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola.

Para definir o esquema vacinal contra o Sarampo é fundamental considerar a idade da pessoa e situação vacinal já existente, consultando o comprovante de vacinação.

Para quem já possui esquema completo, conforme faixa etária, não é necessária dose adicional. Aqueles com esquema incompleto, orienta-se complementar a dose que faltante, mediante avaliação da caderneta vacinal.

A Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm) recomenda para adultos (de 20 a 59 anos) 2 doses com intervalo de 30 dias entre as doses. Não há evidências que justifiquem uma terceira dose como rotina.

Na população com mais de 60 anos, a SBIm sinaliza não ser comum encontrar indivíduos suscetíveis ao sarampo, caxumba e rubéola. Para esse grupo, portanto, a vacinação não é rotineira.

Porém, a critério médico (em situações de surtos, viagens, entre outros), pode ser recomendada. O esquema é de uma dose. O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico.

A vacina tríplice viral contém componentes vivos atenuados, sendo assim, é contraindicada para pacientes sob imunossupressão. Como sabemos que existem vários graus de imunossupressão e frente ao risco epidemiológico, a indicação da vacina deve ser discutida com o médico especialista que acompanha o paciente, mediante decisão compartilhada de planejamento para que a vacina seja realizada de forma segura e eficaz.

Neste momento, segundo a Coordenação de Imunização do Município do Rio de Janeiro, não tem nada definido sobre campanha direcionada.

Fonte: Gerência de Enfermagem da Rede Vaccini.

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